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A vacinação dos pais, demais familiares e outros contatos expostos ao recém-nascido ajuda a protegê-lo contra a coqueluche.

PROTEJA O RECÉM-NASCIDO CONTRA A COQUELUCHE

  • 09/07/2018

VACINA CONTRA DIFTERIA, TÉTANO, COQUELUCHE  E POLIOMELITE 

A vacinação dos pais, demais familiares e outros contatos expostos ao recém-nascido ajuda a protegê-lo contra a coqueluche.
A palavra inglesa cocoon significa “casulo” e é usada para dar nome à estratégia mundial de conscientização e estímulo à proteção de bebês ainda sem defesa imunológica contra a coqueluche. Essa estratégia é importante porque a coqueluche é a quinta causa de morte no mundo em menores de cinco anos.Entre os principais transmissores da Bordetella pertussis, bactéria que causa a doença, estão: a mãe (32%), os irmãos (20%), o pai (15%), os avós (8%). Outras pessoas que têm contato frequente com bebês, como as babás, os profissionais da educação e da saúde, por exemplo, respondem por cerca de 25% das transmissões. É importante lembrar que, apesar de iniciarem a vacinação contra coqueluche aos 2 meses de idade, os bebês só ficam protegidos após a terceira dose da vacina, aos 6 meses de idade.
Portanto, a vacinação dos adultos que cuidam do bebê é de grande importância para prevenir a transmissão da coqueluche para os bebês, que só estarão completamente protegidos quando completarem as três doses da vacina Tríplice Bacteriana (que também protege contra difteria e tétano). Isso vai acontecer entre o sexto e o sétimo mês de vida da criança.
A coqueluche é também conhecida como “tosse comprida”. Quando ocorre durante a infância, os sintomas são bem definidos e incluem: tosse sucessiva, guinchos, falta de ar. Contudo, a partir da adolescência, os sintomas se confundem com os de outras doenças respiratórias, o que dificulta o diagnóstico em jovens e adultos.
Não fique na dúvida. Converse com o seu médico sobre a prevenção e a vacinação.